Flutuando em esponjas estriadas, a cortesia das tochas convertia-se numa percepção, as calças empanadas nos joelhos que exsudavam silício, estampada nas vénulas faciais dos descobridores que qualquer que fosse era parte do passado, acerca do envelhecido em casca de carvalho, ensoberbecido em bicórneas de marfim.
Havia volvido uma roleta de hipocrisia, no subcondomínio do pentágono apontavam para o signo maníaco, um engenho de vapor puxado por vaivéns, por frotas inexoráveis, por pássaros de espécies em vias de extinção, contudo, resistentes. O seu símbolo era tão obscuro que era uma escuridão fluida, volúvel. O alçapão que abririam dentro de segundos tinha a fé de que as tochas tivessem trazido a luz ao cosmos, apesar de vagarosamente.
Todavia as estradas entrelaçam, formam uma fileira torcida como as cordas e os bichos-do-mato repletam-se em musgos e o frontispício intransponível pode ser encetado, mas não corrompido à primeira vez como latas de conserva de uma só ferroada. As tochas expiraram e ressoaram um crânio a incrustar no mosaico desamparadamente.

Cheirou-me a conspiração. Acho que te voltou a inspiração, hein? Espero que sim.
Continua, beijinhos ;)